segunda-feira, 13 de setembro de 2021

LÍNGUA ESPANHOLA - ENSINO MÉDIO

DIGA SE É ALUNO CADASTRADO DO NEEJA E DEIXE SEU COMENTÁRIO OU SUGESTÕES.

PROF. BERNADETE

LOS NÚMEROS


Completa:

1 - Yo quiero una (1) tarta de fresa y mi amigo quiere veintiuna (21) botellas de agua de unos (5) litros 
2 - Yo tengo 
 (4) amigos:  (1) amiga de Italia y  (3) amigos de Eslovaquia. 
3 - Mi número favorito es el 
 (7) y el de mi mejor amigo es el  (21)
4 - A Pedro le encantan las naranjas. Se ha comprado 
 (22)  kilos de naranjas. 
5 - Ana tiene 
 (11) gatos, pero solo  (6) viven en su casa. 
6 - Tengo el número 
 (300) y mi amigo tiene el número  (101)
7 - Lleva ya 
 (131) días sin verlo y todavía le quedan  (91) días
8 - Ese vaca pesa 
 (551) kilos y aquella de allí pesa  (725) kilos. 
9 - Necesito 
 (200) cucharas,  (150)  vasos y al menos  (751) galletas para la fiesta. 


LÍNGUA PORTUGUESA - ENSINO MÉDIO

DIGA SE É ALUNO CADASTRADO DO NEEJA E DEIXE SEU COMENTÁRIO OU SUGESTÕES.

PROF. BERNADETE

Estrutura das Palavras

Observe as seguintes palavras:
escol-a
escol-ar
escol-arização
escol-arizar
sub-escol-arização
Percebemos que há um elemento comum a todas elas: a forma escol-. Além disso, em todas há elementos destacáveis, responsáveis por algum detalhe de significação. Compare, por exemplo, escola e escolar: partindo de escola, formou-se escolar pelo acréscimo do elemento destacável -ar.

Por meio desse trabalho de comparação entre as diversas palavras que selecionamos, podemos depreender a existência de diferentes elementos formadores. Cada um desses elementos formadores é uma unidade mínima de significação, um elemento significativo indecomponível, a que damos o nome de morfema.


Classificação dos morfemas:
Radical
Há um morfema comum a todas as palavras que estamos analisando: escol-. É esse morfema comum – o radical – que faz com que as consideremos palavras de uma mesma família de significação – os cognatos. O radical é a parte da palavra responsável por sua significação principal.

Afixos
O acréscimo do morfema –ar cria uma nova palavra a partir de escola. De maneira semelhante, o acréscimo dos morfemas sub- e –arização à forma escol- criou subescolarização. Esses morfemas recebem o nome de afixos.
Quando são colocados antes do radical, como acontece com sub-, os afixos recebem o nome de prefixos. Quando, como –arização, surgem depois do radical os afixos são chamados de sufixos. Prefixos e sufixos, além de operar mudança de classe gramatical, são capazes de introduzir modificações de significado no radical a que são acrescentados.

Desinências
Quando se conjuga o verbo amar, obtêm-se formas como amava, amavas, amava, amávamos, amáveis, amavam. Essas modificações ocorrem à medida que o verbo vai sendo flexionado em número (singular e plural) e pessoa (primeira, segunda ou terceira). Também ocorrem se modificarmos o tempo e o modo do verbo (amava, amara, amasse, por exemplo).

Podemos concluir, assim, que existem morfemas que indicam as flexões das palavras. Esses morfemas sempre surgem no fim das palavras variáveis e recebem o nome de desinências. Há desinências nominais e desinências verbais.

• Desinências nominais: indicam o gênero e o número dos nomes. Para a indicação de gênero, o português costuma opor as desinências -o/-a:
garoto/garota; menino/menina

Para a indicação de número, costuma-se utilizar o morfema –s, que indica o plural em oposição à ausência de morfema, que indica o singular: garoto/garotos; garota/garotas; menino/meninos; menina/meninas.
No caso dos nomes terminados em –r e –z, a desinência de plural assume a forma -es: mar/mares; revólver/revólveres; cruz/cruzes.

• Desinências verbais: em nossa língua, as desinências verbais pertencem a dois tipos distintos. Há aqueles que indicam o modo e o tempo (desinências modo-temporais) e aquelas que indicam o número e a pessoa dos verbos (desinências número-pessoais):
  

Vogal temática
Observe que, entre o radical cant- e as desinências verbais, surge sempre o morfema –a.
Esse morfema, que liga o radical às desinências, é chamado de vogal temática. Sua função é ligar-se ao radical, constituindo o chamado tema. É ao tema (radical + vogal temática) que se acrescentam as desinências. Tanto os verbos como os nomes apresentam vogais temáticas.

• Vogais temáticas nominais: São -a, -e, e -o, quando átonas finais, como em mesa, artista, busca, perda, escola, triste, base, combate. Nesses casos, não poderíamos pensar que essas terminações são desinências indicadoras de gênero, pois a mesa, escola, por exemplo, não sofrem esse tipo de flexão. É a essas vogais temáticas que se liga a desinência indicadora de plural: mesa-s, escola-s, perda-s. Os nomes terminados em vogais tônicas (sofá, café, cipó, caqui, por exemplo) não apresentam vogal temática.

• Vogais temáticas verbais: São -a, -e e -i, que caracterizam três grupos de verbos a que se dá o nome de conjugações. Assim, os verbos cuja vogal temática é -a pertencem à primeira conjugação; aqueles cuja vogal temática é -e pertencem à segunda conjugação e os que têm vogal temática -i pertencem à terceira conjugação.



 Vogal ou consoante de ligação
As vogais ou consoantes de ligação são morfemas que surgem por motivos eufônicos, ou seja, para facilitar ou mesmo possibilitar a leitura de uma determinada palavra. Temos um exemplo de vogal de ligação na palavra escolaridade: o -i- entre os sufixos -ar- e -dade facilita a emissão vocal da palavra. Outros exemplos: gasômetro, alvinegro, tecnocracia, paulada, cafeteira, chaleira, tricota.

1. Classifique os elementos mórficos da forma verbal achávamos (ach-á-va-mos).

a) ach
b) á
c) va
d) mos

GABARITO

a) radical
b) vogal temática
c) desinência indicativa do modo e tempo verbal
d) desinência indicativa da pessoa e número verbal

2. Classifique os elementos mórficos da palavra amigos (amig-o-s).

a) amig

b) o

c) s

a) radical
b) desinência indicativa do masculino
c) desinência indicativa do plural

LÍNGUA INGLESA - ENSINO MÉDIO

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PROF. ÂNGELA


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GEOGRAFIA - ENSINO FUNDAMENTAL

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PROF. CRISTINA

APARTHEID

O Apartheid (em africâner significa "separação") foi um regime de segregação racial que ocorreu na África do Sul a partir de 1948, o qual privilegiava a elite branca do país. Vigorou até as eleições presidenciais de 1994, ano em que ascendeu ao poder Nelson Mandela, que pôs fim ao regime segregacionista, lutando pela igualdade racial na África do Sul.


O APARTHEID E AS NAÇÕES DO MUNDO: essa prática racista e excludente resultou em violência e num  movimento de resistência interna. Externamente, houve um embargo comercial contra a África do Sul. Um fato marcante desse período foi o protesto contra as Leis do Livre Trânsito (em 21/03/1960), o qual acabou em tragédia, matando 69 manifestantes e ferindo 180. A Assembleia Geral da ONU aprovou, em 6 de novembro de 1962, a Resolução 1761, reprovando as práticas racistas do regime sul-africano e orientando os países  participantes da ONU a cortarem  relações militares e econômicas com a África do Sul. Com isso, a África do Sul ficou isolada. Em 1978 e 1983, inicia-se um forte bloqueio à África do Sul, o qual pressionava empresários e empreendedores a não investirem naquele país, também  proibiu os times esportivos da África do Sul de participarem em eventos internacionais. Como consequência, em 1984, algumas reformas foram introduzidas, porém entre 1985 e 1988, fatos de extrema violência contra os  oprimidos tornam-se corriqueiros, mas leis de censura impediam a mídia de divulgá-los.

Foi considerado culpado de traição em 1963 e condenado a pena de prisão perpétua na Ilha Robben, onde cumpriu 27 anos de cárcere. Com a abertura política e anistia, foi eleito presidente e conduziu o processo de redemocratização da África do Sul.

 EXEMPLOS DE  LEIS DO APARTHEID

- Lei sobre Nativos em Áreas Urbanas: obriga os negros a viverem em locais específicos;

- Lei de Proibição dos Casamentos Mistos: torna ilegal o casamento entre pessoas de raças diferentes;

- Lei de Registro Populacional: formalizou a divisão racial através da introdução de um cartão de identidade diferenciado por raças;

- Lei de Áreas de Agrupamento: determinou onde cada um viveria de acordo com sua raça.


O APARTHEID NA PRÁTICA

- Os não-brancos eram recusados a se candidatarem e não podiam votar;

- Os negros eram proibidos de ingressar em diversos empregos e também não podiam empregar trabalhadores brancos;

- A terra atribuída aos negros era, via de regra, muito improdutiva e não permitia a subsistência digna;

- A Educação provida aos negros era de péssima qualidade e voltada ao mercado de trabalho braçal;

- Trens e ônibus eram segregados, bem como as praias, piscinas públicas e bibliotecas e cinemas;

- Sexo inter-racial era proibido.

FIM DO APARTHEID

O Apartheid, apesar de ter acabado oficialmente em 1994, quando Nelson Mandela assume o cargo de Presidente da África do Sul,  não resolveu problemas como a miséria, a injustiça e a desigualdade que ainda são comuns no país. Com a  eleição de Mandela, a população branca foi destituída do controle dos poderes. Durante quatro décadas o poder esteve concentrado nas mãos da elite branca do país. Assim, o regime segregacionista existente, privilegiou os interesses da minoria branca, primeiramente dos descendentes de europeus que ocupavam o país. Com o Fim do Apartheid, apesar de muitas questões terem sido resolvidas, desde a inclusão dos negros na política, economia, aumento de programas sociais, diminuição da miséria, a insatisfação da população ainda persiste diante do contexto atual: péssimas condições de vida, aumento da desigualdade econômica, social, cultural, e ainda, o desemprego que cresce a cada ano. Mandela deixou bem claro que a intenção dele, não era de criar um outro regime segregacionista, separando a minoria branca da maioria negra. Ele pretendia proporcionar uma sociedade igualitária para todas as pessoas, independente do credo, religião, cor, etc. Apesar de tudo isso, estudos mostram que a segregação racial ainda persiste na África do Sul, onde muitos brancos, com receio de ataques, saíram do país devido ao aumento da violência inter-racial. É importante destacar que  imigrantes, sobretudo chineses e indianos, também sofreram com o regime do Apartheid, e ainda hoje, lidam com a xenofobia no país.

https://brasilescola.uol.com.br/geografia/as-duas-africas.htm                                      

https://www.todamateria.com.br/apartheid/


HISTÓRIA - ENSINO FUNDAMENTAL

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PROF. CRISTINA

A NOVA REPÚBLICA

GOVERNOS DE 1985 ATÉ 2019   1ª PARTE

OBS.: O presidente eleito, Tancredo Neves, adoece e seu vice, José Sarney, toma posse interinamente. Após o falecimento de Tancredo, Sarney assume a presidência.

GOVERNO JOSÉ SARNEY: 1985-1990


- Em seu governo:

- Eleições para formar a Assembleia Nacional Constituinte, a qual promulgou a nova Constituição em 1988.

- O presidente conservou o SNI, porém cumpriu a promessa de não processar nenhum envolvido em torturas e desvios financeiros.

- Grave crise econômica. Vários planos econômicos se destacaram: Plano Cruzado I e II (1986 –  congelamento de preços e salários), Plano Bresser (1987 – mini-congelamento dos preços e moratória da dívida externa), Plano Verão (1989 – Maílson da Nóbrega visava cortar gastos públicos e criou o Cruzado Novo).

- Ocorrem greves e denúncias de corrupção.

- Em 1989 as primeiras eleições presidenciais livres e diretas: Collor X Lula. Fernando Collor de Mello, do PRN (Partido da Reconstrução Nacional), foi eleito.

 

GOVERNO FERNANDO COLLOR DE MELLO: 1990-1992


- Em seu governo:

- Novo plano econômico: Plano Brasil Novo, da ministra Zélia Cardoso de Mello (congelamento de preços e salários e o confisco de dinheiro da poupança e aplicações financeiras.

- Neoliberalismo: abertura ao capital externo.

- Ocorreu a formação do Mercosul e a Rio-92 (Conferência  das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento).

- Surgem denúncias de corrupção e o irmão do presidente, Pedro Collor, faz graves acusações sobre o governo e o esquema PC Farias.

- Com os escândalos de corrupção no governo, o movimento estudantil dos Caras Pintadas  sai nas ruas pedindo a saída do presidente.

- Ocorre o processo de Impeachment, porém o presidente renúncia para evitar o processo, mas o senado cassa seus direitos políticos por oito anos.


GOVERNO ITAMAR FRANCO: 1992-1º/01/1995


- Em seu governo:

- Enfrenta uma crise econômica e social.

- Ocorre o plebiscito em 1993 para a escolha da Forma e Sistema de governo. Vence a República Presidencialista.

- O noticiário internacional comenta o Massacre da Candelária contra meninos de rua.

- Plano econômico: Plano Real (FHC: não congelamento de preços, paridade com o dólar, abertura ao capital externo e abertura às importações).


LÍNGUA INGLESA - ENSINO FUNDAMENTAL

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PROF. ÂNGELA 

ORDINAL NUMBERS



LÍNGUA PORTUGUESA - ENSINO FUNDAMENTAL

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PROF. ÂNGELA

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